Gestão

Desinvestimento está no topo da lista de prioridades das empresas

Em janeiro de 2018 as intenções de desinvestimentos atingiram a máxima histórica dos últimos 18 anos – Este é o registro feito pela Ernst & Young por meio da pesquisa anual Desinvestimento Corporativo Global com 1.000 executivos ao redor do mundo. O motivo para o acontecimento são as inovações digitais que impulsionam as empresas a enfrentar a disrupção e transformar os negócios. Ao todo, as transações mundiais relacionadas às tecnologias somaram US$ 323 bilhões ao longo de 2017.

“Mais do que nunca os executivos estão olhando internamente para entender o que está impedindo as organizações de aumentar o apelo competitivo. Neste contexto, o avanço da tecnologia e as mudanças regulatórias têm levado um grande índice de companhias a considerar a venda de ativos como alternativa para adequar-se as rápidas mudanças no perfil de consumidores e financiar crescimento”, afirma Fabio Schmitt, sócio de transações corporativas da EY.

As informações descobertas pelo estudo mostram que a pretensão de realizar um desinvestimento nos próximos dois anos duplicou desde o ano passado indo de 43% para 87%, o que indica que a estratégia ascendeu na lista de prioridade das organizações. 74% dos profissionais disseram que a atitude foi tomada por conta da influência da evolução tecnológica enquanto em 2017 esta era apenas 55% da razão no momento de tomar esta decisão. No Brasil, cerca de 80% esperam começar o processo de desinvestimento até 2020. Dessa média, 60% prevêem um desinvestimento ainda nos próximos 12 meses.

 

 

 

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