Gestão

Especialista alerta sobre a necessidade de usar os símbolos ligados a Copa do Mundo com cautela

Para muitas empresas a Copa do Mundo representa um impulsionamento nas vendas ou uma oportunidade de realizar atividades internas de engajamento. Mas, seja qual for a finalidade corporativa do uso dos símbolos ligados ao evento é importante ter em mente que eles estão protegidos pela Federação Internacional do Futebol (FIFA) responsável por idealizar o acontecimento. Neste contexto, apenas marcas patrocinadoras tem o direito legal de se apropriar dos termos e casos de quebra deste acordo resultam em processos judiciais extensos.

De acordo com Marina Bechtejew, advogada do escritório NB Advogados, as corporações devem lembrar que os organizadores estabelecem uma série de regras para as citações dos símbolos. Portanto, expressões como “Copa do Mundo”, “Copa do Mundo 2018”, “Rússia 2018” e “FIFA” são registradas e não podem ser aplicadas em determinadas situações, por exemplo, as vendas.

Ainda segundo a especialista, o primeiro passo é examinar com atenção as leis presentes no portal da FIFA. “As empresas precisam ter cautela com a maneira que explorarão os símbolos do evento, pois a organizadora tem o direito de adotar medida judicial contra a utilidade irregular de qualquer material que faça referência ao campeonato”, explica.

Por via das dúvidas, a advogada sugere que o negócio torne-se parceiro do mundial. “Se a parceria não for possível, evite vincular campanhas publicitárias com a marca”, finaliza.

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