Cultura

Negócios recorrentes transformam empresas como Netflix e Smartfit

Daqui a menos de dois anos – em 2020 – 80% das empresas de tecnologia vão operar no modelo de assinaturas, segundo dado da consultoria Gartner. De olho nesta tendência, Rodrigo Dantas, CEO da Vindi, plataforma de pagamento online, lança o estudo “Recorrência: a economia que transformou empresas como Netflix, Slack, Smartfit e Sem Parar”. A pesquisa revela o panorama analítico sobre a fatia do mercado cujos negócios cobram os clientes de maneira periódica pelo uso de produtos e serviços. Este mercado se modernizou com a maior adesão aos pagamentos digitais, o que possibilitou a prosperidade de grandes companhias.

Diferentemente do que se costuma pensar, Dantas dá um recorte ao estudo e diz que a economia da recorrência não se resume apenas às assinaturas. “O subscription model tem a ver com a forma como se opera. Mas, o conceito de receita recorrente também se refere a investir em esforços para que um mesmo cliente compre o maior número de vezes possíveis”, afirma o CEO.

O estudo é ilustrado com a análise quantitativa e qualitativa de casos de sucesso nacionais e internacionais, sendo um deles o da Netflix. Para Dantas, “um dos mais poderosos do mundo”, apoiado por uma estratégia de negócio sem qualquer ligação com a saúde financeira da empresa: a produção de conteúdo exclusivo. Esta iniciativa se mostra eficaz e somente em janeiro a março de 2018, a companhia conquistou 7,5 milhões de novos assinantes com um total de 125 milhões a nível global.

Em terras brasileiras, o destaque são as empresas Sem Parar, Smartfit, Movile, Gympass e Empiricus. No caso da Smartfit, a pesquisa da Vindi indica que o negócio ultrapassou 1,5 milhões de clientes matriculados (assinantes de academia) ao adotar o modelo de assinaturas em 2012.

Para ter acesso completo ao estudo, acesse: Recorrência.

Comentários

comentários

TOP
Web Analytics