Carreira

Rafael Cortez, depois das 18h

Foto: Rockbuzz | Estratégia Digital

O humor é um método que, se usado com inteligência, pode proporcionar amplo mercado de oportunidades. Para um bom humorista, meia piada basta. Esse é o caso de Rafael Cortez, apresentador do programa Custe o Que Custar (CQC), da Band, ator, músico, jornalista e comediante de stand-up. Cortez, além de todas as atribuições, também apresenta eventos, como o Risadaria e a cerimônia de entrega do prêmio Top of Mind de RH, edição 2015.

Ele mesmo admite: é pouco tempo livre para tanto trabalho, e isso vem se arrastando há um bom tempo. Mesmo com tantas tarefas, o comediante não perde a chance de ler um bom livro ou ouvir sua música preferida quando tem um momento para relaxar.

“Gosto de tudo um pouco, ler, ouvir música, tocar violão e escrever textos. E gosto de dormir, é claro. Apesar de ter pouquíssimo tempo livre, tento conciliar essas atividades, independentemente da ordem”, afirma ele.

Como consequência desse tempo livre, Cortez diz que fica sempre muito ligado, e que isso acaba lhe proporcionando novas ideias para piadas, músicas e apresentações. O humorista defende aquela velha história do “ócio criativo”: ao relaxar, muitas coisas acabam se esclarecendo na mente.

“Sou músico e tenho projetos ligados à música. Então, tocar, por exemplo, acaba tendo ligação total com o meu trabalho. O mesmo vale para a escrita. Inclusive, estou lançando um livro neste mês, que se chama ‘Meu azar com as mulheres’. Por isso, minhas ideias no tempo livre acabam influenciando no trabalho”, conta.

Workaholic assumido, Cortez ainda afirma que não tem a possibilidade de equilibrar a vida profissional com a pessoal, pois seu tempo de trabalho é muito superior ao de descanso, e que, se está muito ocioso, sempre arruma mais coisas para fazer.

O lar em primeiro plano

Cortez ainda é solteiro e mora sozinho por opção, mas, segundo ele, é um detalhe fundamental para que ninguém reclame do som de seu violão enquanto pratica. O humorista diz que também não sabe cozinhar, e sempre se queima ao fritar um bife. Outro hobby que prefere não seguir é o de dirigir, pois uma vez bateu um carro num lugar descampado, na única árvore existente, quando tinha apenas 13 anos.

Mesmo assim, o comediante diz-se contente com o fato de viver em seu apartamento paulista, e que acaba relaxando e extravasando para manter a sanidade mental no dia a dia. Por outro lado, Rafael lamenta não ter muita chance de viajar a lazer, pois, apesar de viajar constantemente a trabalho, não acaba sobrando muito tempo para curtir devidamente as viagens.

“Creio que ficar em casa lendo um bom livro e tocando meu violão acaba sendo o mais usual para mim. Gosto muito do meu apartamento em São Paulo”, conclui.

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